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Entenda as diferenças entre a pesquisa de emprego do IBGE e a do Ministério do Trabalho, o Caged.

O GLOBO – 31/01/2018

 

Entenda as diferenças entre a pesquisa de emprego do IBGE e a do Ministério do Trabalho, o Caged.

 

RIO – O emprego é a face mais clara da economia no dia a dia das pessoas, mas qual é a melhor forma de medir sua situação: a pesquisa do IBGE ou a do Ministério do Trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregos (Caged)? Apesar de tratarem do mesmo tema, elas têm metodologias completamente diferentes.

 

O Caged considera apenas os trabalhadores que têm carteira de trabalho assinada e são regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Isso significa que não são contabilizados trabalhadores sem carteira, nem os que trabalham por conta própria ou os funcionários públicos. Os dados vêm dos registros que as empresas enviam ao Ministério do Trabalho, que é responsável por controlar as admissões e demissões dos trabalhadores sob o regime da CLT.

 

Na pesquisa do IBGE, são investigados todos os tipos de ocupação, formais e informais, além de empresários e funcionários públicos. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua é chamada assim porque é feita a cada três meses — a Pnad anterior tinha periodicidade anual.

 

Cerca de dois mil entrevistadores são responsáveis pelo levantamento, que visita domicílios em todo o país. É feita uma amostra da população e, a cada trimestre, 211 mil residências são visitadas.

 

Outra diferença é a localização geográfica. Na pesquisa do IBGE, são levantados dados de todos os estados brasileiros, mas nem todos os municípios estão representados: são 3.464 das 5.561 cidades brasileiras. O Caged cobre todos os municípios brasileiros.

 

O IBGE, no entanto, tem um levantamento nacional sobre o emprego, com dados para 3.500 municípios do país. É a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, chamada assim porque passou a ser feita a cada três meses — a Pnad anterior tinha periodicidade anual.

 

Fonte:
Lúcia Tavares
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